Conversa de diagnóstico
Uma reunião com quem lidera a área para entender os processos, o tamanho do time e o que hoje consome tempo sem entregar decisão. É daqui que sai a pauta.
Turma fechada, montada em cima dos fluxos que o seu time executa hoje. O que sai da formação continua rodando depois que ela acaba.
Treinamento aberto ensina a ferramenta. In company arruma o processo.
Em turma aberta, cada participante aplica o método na própria rotina e leva o resultado para casa. Funciona bem para quem quer mudar o próprio trabalho. Não resolve quando o gargalo é do time inteiro, quando duas áreas fazem a mesma coisa de jeitos diferentes ou quando o conhecimento fica preso em quem descobriu o atalho.
O in company existe para esses casos. A pauta sai dos processos reais da empresa, todo mundo aprende com o mesmo critério e o que for construído em aula fica com a operação.
O sinal mais claro de que é a hora: quando a liderança já sabe qual rotina consome tempo demais, mas cada pessoa do time resolveria de um jeito diferente.
Não existe proposta de prateleira. O escopo é montado depois de entender o que o time faz e onde o tempo está indo.
Uma reunião com quem lidera a área para entender os processos, o tamanho do time e o que hoje consome tempo sem entregar decisão. É daqui que sai a pauta.
Você recebe por escrito o conteúdo, o número de encontros, a carga horária, o formato e o valor. Sem pacote genérico e sem surpresa depois de assinado.
Os exercícios são montados sobre os fluxos que o time executa. Antes disso, o acordo de confidencialidade é assinado, porque material da empresa vai para a mesa.
Mesmo arco do curso aberto: mapear, construir, conferir, medir e mostrar. A diferença é que o mapa é o da empresa e as automações nascem no ambiente dela.
No fim, o time tem as rotinas rodando, o critério para revisar o que a IA devolve e o material para treinar quem chegar depois.
Sobre o valor. O in company não tem preço de tabela porque o escopo varia de verdade: número de participantes, quantidade de encontros, processos envolvidos e se é online ou presencial. É o único formato em que o valor sai depois da conversa, e não antes.
Não há mínimo rígido. Abaixo de três pessoas, normalmente o Vip Trio sai mais barato e entrega a mesma coisa, então indicamos ele. Acima disso, o in company passa a fazer mais sentido em preço e em formato.
Não. Trabalhamos com exemplos dos processos e com os dados que o time já manipula no dia a dia. Se em algum exercício for útil usar um sistema interno, isso é combinado antes e fica dentro do acordo de confidencialidade.
O acordo é assinado antes do primeiro encontro. Nada do que aparece na formação é reaproveitado em material, divulgação ou outra turma.
Sim, em Ribeirão Preto e região. Para outras cidades, o formato online é o padrão, e o presencial entra na conversa quando o deslocamento se justifica no escopo.
Dá, e costuma ser o melhor uso do formato. O método é o mesmo, o fluxo muda por área. Nesse caso a proposta separa os encontros por time, com uma parte comum de método.
Cada proposta é montada caso a caso. Conte o cenário, o tamanho do time e o que hoje consome tempo demais, e retornamos com escopo, formato e valor.
A conversa de diagnóstico não tem custo e não compromete nada.